terça-feira, maio 31, 2011


A Rússia e a Primeira Guerra Mundial

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   A Rússia participou da guerra ao lado da França e da Inglaterra, fazendo parte da tríplice Entente. Esperava-se uma guerra rápida e uma vitória que trouxesse vantagens para o país, ou seja, a ampliação de sua área de influência nos Bálcãs e livre acesso ao Mediterrâneo. Entretanto, o conflito prolongou-se, com o advento da sangrenta guerra de trincheiras.
   Em comparação com o exército alemão, o exército alemão, o exército russo era maltreinado, mal-equipado e malcomandado e, por isso, passou a sofrer derrotas seguidas. A Alemanha foi tomando o território russo, provocando rendições e deserções russas em massa. A convocação de milhões de soldados para a guerra, as derrotas militares e a desorganização econômica levaram a fome a diversas partes da Rússia.
  Assim, as já existentes tensões sociais foram aumentadas pela guerra e, no final de 1916, o país estava á beira da revolução

segunda-feira, maio 30, 2011


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Os homens da época, mesmo às vésperas do conflito, não acreditavam na possibilidade de uma guerra generalizada. No máximo, levantavam a possibilidade de uma guerra rápida e localizada nos moldes das ocorridas no século XIX. 
Mas o longo período de relativa paz mantida desde o fim das guerras napoleônicas e o “equilíbrio europeu” estabelecido no Congresso de Viena em 1815 terminavam.
A Europa não mais brilhava sobre o mundo. Ofuscada pelos esforços de guerra, seu declínio era inevitável. Os problemas sociais e econômicos agravaram-se: a classe média se pauperizava e a pressão operária aumentava. Em meio à guerra, a Revolução Socialista explodira na Rússia, e, agora, representava uma ameaça para a Europa.








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         A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra) foi um conflito bélico mundial ocorrido entre 28 de julho de 1914 e 11 de novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente ,liderada pelo Império Britânico que derrotou a coligação formada pelas Potências centrais liderada pelo Império Alemão,e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
         No início da guerra (1914), a Reino de Itália era aliada dos Impérios Centrais na Tríplice Aliança, mas, considerando que a aliança tinha carácter defensivo (e a guerra havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado à aliança e que, portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e da França fizeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional,Trieste,Gorizia,Ístria (com exceção da cidade de Fiume), parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albânia, sobre algumas ilhas do Donecaneso e alguns territórios do Império Turco, além de uma expansão das colônias africanas, às custas da Alemanha (a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eritreia). O não-cumprimento das promessas feitas à Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial.
           Em 1917, a Rússia abandonou a guerra em razão do início da Revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participavam na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino da guerra e garantindo a vitória da Tríplice Entente.
           O apogeu, dialeticamanete, traz consigo germe da mudança. Esse germe eram as próprias contradições permanentes e fundamentais do Modo de Produção Capitalista: a miséria do proletariado em meio à abundância, as crises de superprodução, a frenética busca de mercados, os problemas sociais e econômicos
   

segunda-feira, maio 23, 2011


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Eu quero você para o exercito dos Estados Unidos cartaz usado para convocar os americanos a lutar 
na Primeira Guerra.



A Europa e seus novos países ao final da 1ª Guerra

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Alemanha derrotada, Itália vencedora, mas com graves problemas sociais e econômicos. Tudo isso cria um ambiente favorável à eclosão da II Guerra Mundial.

O Brasil na Primeira Guerra

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O presidente do Brasil, Venceslau Brás, declara guerra à Tríplice Aliança.  Ao seu lado, o ministro interino das Relações Exteriores Nilo Peçanha (em pé)  e o presidente de Minas Gerais, Delfim Moreira (sentado)

No dia 5 de abril de 1917, o vapor brasileiro "Paraná", que navegava de acordo com as exigências feitas a países neutros, foi torpedeado, supostamente por um submarino alemão. No dia 11 de abril o Brasil rompeu relações diplomáticas com os países do bloco liderado pela Alemanha. Em 20 de maio, o navio "Tijuca" foi torpedeado perto da costa francesa. Nos meses seguintes, o governo Brasileiro confiscou 42 navios alemães, austro-húngaros e turco-otomanos que estavam em portos brasileiros, como uma indenização de guerra. 
No dia 23 de outubro de 1917, o cargueiro nacional "Macau", um dos navios arrestados, foi torpedeado por um submarino alemão, perto da costa da Espanha, e seu comandante feito prisioneiro. Com a pressão popular contra a Alemanha, no dia 26 de outubro de 1917 o país declarou guerra aos Poderes Centrais.
A partir deste momento, por um lado, sob a liderança de políticos como Ruy Barbosa recrudesceram agitações de caráter nacionalista, com comícios exigindo a "imperiosa necessidade de se apoiar os Aliados com ações" para por fim ao conflito. Por outro lado, sindicalistas, anarquistas e intelectuais como Monteiro Lobato criticavam essa postura e a possibilidade de grande convocação militar, pois segundo estes, entre outros efeitos negativos isto desviava a atenção do país em relação a seus problemas internos.
Assim, devido a várias razões, de conflitos internos à falta de uma estrutura militar adequada, a participação militar do Brasil no conflito foi muito pequena; resumindo-se no envio ao front ocidental em 1918 de um grupo de aviadores do Exército e da Marinha que foram integrados à Força Aérea Real Britânica e de um corpo médico-militar, composto por oficiais e sargentos do exército que foram integrados ao exército francês, tendo seus membros tanto prestado serviços na retaguarda como participado de combates no front. A Marinha também enviou uma divisão naval com a incumbência de patrulhar a costa noroeste da África a partir de Dakar e o Mediterrâneo desde o estreito de Gibraltar, evitando a ação de submarinos inimigos.

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